Livros gays, Histórias Homoeróticas, Homo-afetivas, Boy’s Love ou Yaoi

Novaki

Junjou Romantica - Anime

Todos esses são termos para designar quando o assunto é romance entre pessoas do mesmo sexo, no caso, homens. Sim, quando se trata de mulheres, os dois últimos termos mudam.

O primeiro livro que lancei contém cenas picantes, narradas em primeira pessoa. A maioria disse que gostou, que estão bem empregadas no contexto e que não são vulgares. Claro que era isso que eu almejava quando ousei escrever sobre sexo de forma mais tranquila, mas querer e conseguir são coisas distintas.

Todos sabem que Minha Cinderela Interior, apesar de ser o primeiro livro que lancei, nem de perto foi o primeiro livro que escrevi. Ele é uma história mais curta, denso emocionalmente, mas de leitura leve. Um romance hétero, que aborda diversos temas complicados, mas com uma pitada de bom humor. Fiquei satisfeita com o resultado.

Passeio por gêneros completamente diferentes, e estou aprendendo a separar as coisas de forma tão incisiva, que até eu mesma acabo assustando. Escrevi algumas coisas no campo homo-afetivo e sinto que meus romances estão amadurecendo nessa área.

Há algum tempo, imaginei que seria difícil eu assinar determinados romances sem ser com um pseudônimo, pois tinha medo do preconceito que poderia sofrer, mas isso nunca foi em relação as minhas histórias gays. Olhando para trás, chego achar isso engraçado. Hoje, quero que meus leitores saibam que escrevo sobre tudo, de literatura fantástica a homo-afetiva, e para isso acontecer, estou desenvolvendo um projeto com um site que eu amo.

2013 promete!


Revisão de Textos

Todo escritor passa pela infernal revisão de textos. Claro que não são apenas os escritores, eu sei disso.

Quantos alunos que estão para entregar seus trabalhos de conclusão de curso na faculdade, não precisam, além de revisão, de uma boa diagramação? Precisamos colocar nossos textos enquadrados nesta ou naquela norma.

Eu escrevo muito, mas não vivo sem meu corretor ortográfico ligado. Quem dera a ortografia fosse o único problema…

O meu “bicho papão” chama-se GRAMÁTICA!! Essa danadinha tem perseguido minha vida desde o colégio. Quantas vezes leio e releio determinadas regras, mas vivo colocando o “me” nos lugares mais improváveis para quem tem uma relação mais intima com minha perseguidora (a gramática)?

Antes de lançar Minha Cinderela Interior, reli o livro a procura de erros mais de seis vezes! Passou pela mão do meu marido (que é muito bom em português) e até fiquei deprimida em ter que usar uma tal de mesóclise que acabou gerando um: “far-me-ia” ou outro bicho estranho qualquer. Tudo em nome da gramática.

Escrever corretamente é importante. O pessoal pode fazer atrocidades no MSN, e-mails particulares ou em suas anotações pessoais. Só que você tem responsabilidade de escrever corretamente quando monta um blog (que pode ser lido em qualquer parte do mundo), quando escreve um livro (mesmo tendo liberdade de escrever algumas coisas erradas quando se trata de diálogos, pois os personagens podem falar errado, usar gírias e trocar tudo de lugar…), quando entrega um trabalho na faculdade ou quando escreve um simples e-mail dependendo para quem é e qual sua finalidade.

Já sei, você achou um erro no que eu escrevi. Acredito. Por esse motivo, precisamos em muitas situações de um profissional para fazer nossas revisões. No meu livro, umas das pessoas que fez a resenha alertou-me que eu deveria verificar alguns errinhos bobos que ainda estão lá. Podem ser “bobos”, mas o que não pode é estar lá.

Você leu até aqui? Fico feliz. Comente o post e se precisar de um bom profissional para sua revisão ou diagramação procure:

Neusa Olimpio, que além de ter um blog interessante sobre o assunto, oferece seu serviço nessa área. Entre em contato pelo e-mail willolimpio@ig.com.br 

ou

Verônica Sobreira que é resenhista do blog Tribo do Livro e também  trabalha com revisões. Seu e-mail é veronica@tribodolivro.com

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