Pedido de Desculpas

Fui atualizar o blog e minhas configurações simplesmente sumiram! Certo, isso pode parecer normal para quem entende de computadores, mas esse não é meu caso…

“E você não fiz back-up?!”

Fiz, mas não sei direito como usar aquilo (rs contrangidos…)

Então está faltando muitas coisas em minha página, mas estou providenciando para colocar as coisas no lugar. Apanhei, mas consegui colocar meus botões de redes sociais sobre os posts. Está melhor do que antes.

O box do Twitter mudou e eu não gostei do novo… Os links dos meus blogues favoritos vão voltar, é só termos paciência…

Bem, desculpem minhas trapalhadas, mas logo o blog voltará ao normal. Tem coisas que vem para o bem, pois estou percebendo que esse espaço é importante para mim e vi que estava deixando ele de lado.

Grande abraço.

Graziella Mafraly


Livros gays, Histórias Homoeróticas, Homo-afetivas, Boy’s Love ou Yaoi

Novaki

Junjou Romantica - Anime

Todos esses são termos para designar quando o assunto é romance entre pessoas do mesmo sexo, no caso, homens. Sim, quando se trata de mulheres, os dois últimos termos mudam.

O primeiro livro que lancei contém cenas picantes, narradas em primeira pessoa. A maioria disse que gostou, que estão bem empregadas no contexto e que não são vulgares. Claro que era isso que eu almejava quando ousei escrever sobre sexo de forma mais tranquila, mas querer e conseguir são coisas distintas.

Todos sabem que Minha Cinderela Interior, apesar de ser o primeiro livro que lancei, nem de perto foi o primeiro livro que escrevi. Ele é uma história mais curta, denso emocionalmente, mas de leitura leve. Um romance hétero, que aborda diversos temas complicados, mas com uma pitada de bom humor. Fiquei satisfeita com o resultado.

Passeio por gêneros completamente diferentes, e estou aprendendo a separar as coisas de forma tão incisiva, que até eu mesma acabo assustando. Escrevi algumas coisas no campo homo-afetivo e sinto que meus romances estão amadurecendo nessa área.

Há algum tempo, imaginei que seria difícil eu assinar determinados romances sem ser com um pseudônimo, pois tinha medo do preconceito que poderia sofrer, mas isso nunca foi em relação as minhas histórias gays. Olhando para trás, chego achar isso engraçado. Hoje, quero que meus leitores saibam que escrevo sobre tudo, de literatura fantástica a homo-afetiva, e para isso acontecer, estou desenvolvendo um projeto com um site que eu amo.

2013 promete!


Era para ser “Cristácia”

Dia das Crianças a gente não pode deixar passar em branco!

Mesmo com quase (leia bem o “quase”) quarenta anos, hoje ganhei chocolate de Dia das Crianças! Achei tão fofo! Bem, entrando no assunto sobre feriado  sobre o dia de hoje, acabou surgindo um assunto bobo, da época que eu realmente era criança.

As más linguas dizem que eu sou praticamente o “Elo Perdido” já que lembro de filmes, seriados, desenhos e músicas que ninguém da minha geração nunca viu… Mas eu juro que fui criança um dia.

Voltando a minha história. Fui registrada em cartório quando tinha seis anos de idade. Não perguntem porque meus pais demoraram tanto, só sei que eu já estava em vias de entrar para a escola e ainda não tinha registro. Lembro como fosse hoje, a moça do cartório perguntando meu nome. “Graziella com Z e dois L”. Naquela época eu devia achar que esse era meu nome completo, pois lembro dessa história de “Z e dois L” desde os primórdios da minha existência.

A moça perguntou se eu queria esse nome mesmo, foi então que veio o problema. Já que ela tinha tocado na questão, eu queria muito trocar meu nome para “Cristácia”.

- Por que o nome “Cristácia”?

Pergunta mais boba… – Por causa da menininha do Gulliver! – A resposta saiu tão simples, como se fosse óbvio.

Depois disso eu fui convencida por minha mãe que todo mundo já estava acostumado com o nome “Graziella” e que era melhor ficar assim mesmo.

Para quem conheceu o desenho As Aventuras de Gulliver e para quem não conheceu:

 


Sujeira em São Paulo nas Eleições de 2012!

Lendo o título até parece mais uma falcatrua dos nossos políticos de hoje em dia… apesar que não deixa de ser.

Existem assuntos que eu não gosto de  comentar. Fujo de dar determinadas opiniões, principalmente quando falamos de religião, futebol e política. Só que tem uma coisa que eu vi ontem que me deixou muito triste.

Passava só um pouquinho das oito horas da manhã quando eu saí de casa para votar. A escola é tão pertinho que da esquina da minha casa vejo o movimento dos alunos no portão dela. Certo, também não sou a pessoa mais politicamente correta desse mundo, mas a cena que eu vi foi surpreendente!

Algumas pessoas na rua andando vagarosamente sobre a grande quantidade de papel que praticamente cobria a rua!! Gente, as votações tinham começado há alguns poucos minutos e a rua já estava forrada de papel!! O pessoal que trabalha com campanha política deve ter acordado muito cedo, ou melhor, nem ter dormido de sábado para domingo só para poder espalhar papel nas ruas próximas aos locais de votação.

Boca de urna é proibida, então vamos jogar papel nas ruas na esperança de capturar aquele eleitor que está indo votar e não tem candidato definido ainda, pois ele se liga tanto no que está acontecendo em seu município que só vota mesmo porque essa “coisa” é obrigatória! Então, visualizem comigo, ele pega um desses milhares de papel do chão e vota em seu vereador escolhido ao acaso no lixo!

Eu tive dificuldade de andar até a porta da escola, com medo de escorregar sobre o papel… Peguei algumas fotos na internet para ilustrar o post e não tive dificuldade alguma de encontrar o que precisava. Digitei: “sujeira nas ruas sp” e apareceram diversas imagens com indicação de 12h de postagem, 18h e por aí foram.

No momento que eu vi a rua daquela forma, passaram por minha cabeça algumas palavras, “judiação” foi só a primeira. O desperdício de papel, a sujeira que os garis vão ter limpar nessa segunda… e se chove?! São Paulo já não tem nenhum problema com enchente mesmo, o que tem jogar essa tonelada de papel nas ruas?

No meio das imagens, apareceu este cartaz ao lado.

São Paulo vai ter o segundo turno para prefeito entre os candidatos Serra e o Haddad. Espero que eles, além de tantas outras coisas que acontecem nas candidaturas, não necessitem também de sujar as ruas como aconteceu agora com os candidatos a vereador.

Refletindo: “Se nossos candidatos a vereadores, que são aqueles que estão mais próximos da realidade de nosso bairro, fazem tanta sujeira na rua para tentar eleger-se, o que eles farão na Câmara Municipal se conseguirem? Mais sujeira?”

 

 


Graziella Mafraly

Às vezes os problemas pessoais nos tiram do chão e é isso que está acontecendo comigo ultimamente. Gostaria de pedir desculpas ao pessoal que visita meu blog, mas estou nesse momento de vida que nada funciona. A saúde do meu pai anda periclitante e quem anda quase morrendo sou eu.

Correndo de uma depressão que insiste em perseguir-me há anos e refugiando-me no mundo da fantasia (que significa: “escrevendo para sair da sintonia maléfica”) eu ando aos trancos e barrancos. Vamos ser otimistas, os problemas acabaram levando 14 quilos embora! Não é nada para comemorar, pois quando um gordinho perde esse peso, o máximo que as pessoas pensam é: “Nossa, tem alguma coisa diferente em você, mas ainda não sei o que é.”

Isso, definitivamente, não é uma continuação de Minha Cinderela Interior, pode acreditar. Entrando nesse assunto, algumas pessoas já perguntaram se a personagem Laura tem haver comigo. Tive uma adolescência rechonchuda, uma vida adulta rechonchuda e provavelmente (se tudo der certo) terei uma velhice rechonchuda. Algumas pessoas estão gordas e outras são gordas, a diferença é gritante.

Voltando à Laura, claro que tive experiência pessoais para montar a personagem, mas tenho amigas gordinhas, minha irmã gordinha (que emprestou as mãos para a capa do livro) e as reclamações são muito parecidas, então nasceu a Laura.

Certa vez comentei que Minha Cinderela Interior é um livro de “desestresse” e é verdade. Tinha acabado de escrever um livro denso (Guardião – As alianças Místicas) e precisava descansar a cabeça. Foi nesse momento que eu quis escrever um romance erótico, em primeira pessoa (que não é meu estilo) e curtinho. Foi divertido escrever sobre a Laura, mas juro que chorei para escrever a cena que ela pega o ônibus…

Bem, quem sabe eu aproveite essa fase para escrever outro livro divertido? Deixei a administração do blog da Duo AF, pedi férias da Gangue do Livro Homo (Perdão Kiko!!) e estou tentando colocar a casa (cabeça desvairada) em ordem. Detesto deixar as coisas pela metade, mas se eu continuasse apertando esse parafuso… Por esse motivo eu estou um pouquinho sumida.

Pelo menos eu sou otimista. Escorrego, quando caio – primeiro dou risada – e levanto. Certo, posso até sair meio “manquitola”, batendo a sujeira da roupa, mas não vou ficar ali chorando, esperando alguém estender a mão para ajudar. Afinal, o orgulho leonino é terrível…

 


Pesquise Antes de Editar

Quando fui editar Minha Cinderela Interior fiz uma boa pesquisa sobre Editoras, preços, Editoras por Demanda, Editoras em Parcerias e outras coisinhas mais. Postei sobre o registro na Biblioteca Nacional, ISBN e até falei sobre a parte da divulgação que nós autores temos que fazer.

Essa semana, pela rede Linkedin, uma matéria acabou chamando minha atenção. O título é: “CUIDADO com a LP-Books (Editora LivroPronto)!!”

 Trata-se de uma denúncia, onde a autora Geyme Lechner conta como foi o problema que vivenciou ao editar seu livro com essa empresa. Além dela mesma ter que revisar e corrigir seu romance, o que constava no contrato que a editora faria, muitos outros problemas ocorreram.

“Os livros que paguei para publicar chegaram até mim, borrados de tinta, sujos, com folhas caindo do miolo, páginas em branco, numeração saltando de 100 para 200. Reclamei com o pessoal da editora, e para variar, uma vez mais, ninguém se responsabilizou pelo ocorrido, tive varias “explicações”, mas nenhuma solução.”

 Depois de muito reclamar, ela recebeu um e-mail do Sr. João Antonio de Carvalho (Editor Responsável da empresa em questão). Gente, vocês precisam ver o tamanho do desrespeito que a Geiyme, enquanto cliente, foi tratada… Claro que o caso acabou na justiça, pois só assim para resolver.

Fiquei imaginando, eu, escritora iniciante, sonhando em ver meu “filhotinho”  ganhar forma, toda feliz por ter conseguido de uma forma ou de outra editar meu livro… fiquei perplexa! O abalo emocional, o sonho quase sendo dissolvido diante dos meus olhos, a amargura de não ter uma resposta decente e… fora o grande desaforo!!

Essa foto de cima, retirei do blog da escritora, mas tem mais, chega a doer o coração! Para quem quiser ler a matéria na íntegra, é só clicar nesse link:  “Blog Boutique de Ideias.”

Fica a dica da Geyme para todos nós autores: Antes de publicar com determinadas editoras sob demanda, pesquise antes, averigue, pergunte para quem já publicou com a mesma para não correr o risco de comprar gato por lebre e sair na pior… Da boca para fora, todas têm as mesmas palavras prontas: “Somos respeitáveis, temos experiência, somos isso, aquilo…”!!