Minhas novidades

Escrever só sobre “Minha Cinderela Interior” está deixando um pouco deprimida!

Adoro a Laura e (principalmente) o Victor, mas tenho personagens maravilhosos que quero muito compartilar com vocês. Dia 12/10/2011 foi meu primeiro post (nem tem tanto tempo assim…), mas estou sentindo falta de ficar mais a vontade em meu blog.

Não vai ter graça se eu só falar de um assunto e não puder compartilhar coisas como: “Quinta-feira fui assistir Amanhecer (saga Crepúsculo) com meu marido (coitado), irmã e sobrinha!”.

Eu e o Príncipe

Eu fui no laçamento do “Princípe Gato” na Sexta! Não tirei foto lá, pois esqueci a câmera… sniff! Mas aqui está a prova: Eu e o livro! Vale, né?

Hoje descobri que fui uma das ganhadoras do sorteio deste livro  no Facebook!! Até pensei em sorteá-lo no blog, mas minha irmã foi comigo no lançamento e acabei achando justo presenteá-la… desculpem.

No domingo, o maridão sofreu assistindo os dois ultimos filmes de Harry Potter comigo. Embarquei de vez na fantasia depois de assistir Amanhecer e começar a ler o Principe Gato! (Falar a verdade, nem sabia que o último já tinha sido lançado… Estava vivendo mesmo no mundo da lua…).

Deixando de churumelas, hoje vou apresentar aos meus “Amores” (no caso, vocês), o meu mais novo personagem: Ortis Savajhe!

Tudo ainda é muito novo (inclusive o nome), mas existem possibilidades para esse personagem me perseguir por algum tempo em 2012… (rs)

 

 

 


Minha Cinderela Interior – Parte II

Para quem leu as primeiras páginas de Minha Cinderela Interior, viu que no finalzinho coloquei que em breve sairia mais uma palhinha. Na verdade a história continua e é daquele ponto é que vou recomeçar.

Se você não leu as primeiras páginas, não tem problema é só clicar aqui e começar a ler. Espero que gostem e deixem recadinhos, pois é muito bom perceber que Minha Cinderela Interior tem futuro.

Capítulo I – Continuação

Victor não estava sorrindo como antes quando saiu de lá. Na realidade ele estava branco como um papel e pelo estado do seu cabelo, dava para perceber que ele tinha suado muito.

– Você está bem? – tentei fazer uma fisionomia preocupara quando perguntei isso, pois já tinha visto muito homem sair do dentista quase “morrendo”.

– Pode rir. Não tenho como negar que a anestesia e aquele barulhinho infernal da maquininha me deixam péssimo…

Fiquei quase horrorizada quando percebi que disfarcei mal.

– Me desculpe, Victor! É que tem muito homem que sai com essa mesma cara sua…

– Que bom. Pelo menos eu não vou ser o único que paga mico na sua frente. – ele ensaiou um ar de riso.

A sala de espera estava vazia, então eu pensei em me aproveitar da situação.

– Não quer sentar um pouco? Beber um copo d’água?

– Obrigado, mas pode ficar tranquila que eu prometo que não vou desmaiar.

– Nem brinca! Se um homem do seu tamanho desmaiar na minha frente, eu não sei o que faria… – eu podia ter mordido a língua antes de falar uma besteira dessas, mas antes que pudesse me sentir verdadeiramente mal, ele sorriu.

– Um cara de um metro e noventa estirado no chão deve dar trabalho.

Um metro e noventa?! Nunca que um homem desses ia olhar para mim mesmo!! Estou fazendo um papel ridículo de pensar em flertar com ele.

– Nossa! Você é bem alto. – Juro que eu não tinha nada melhor para falar!

Ele me entregou a ficha e percebi que sua mão estava tremendo. Dei a volta no balcão, fazendo-o sentar-se no sofá e fui buscar o copo d’água. Acredita que eu esqueci de murchar a barriga?! Também, do jeito que ele estava, duvido que isso importasse.

Quando ele agradeceu, dando um sorriso meio torto por causa da anestesia, meu coração quase saiu pela boca. Como podia um homem ser tão lindo? Homem lindo sempre tem um monte de mulher querendo e isso dá um trabalho… Daria trabalho se fosse meu, mas como deve ser de outra, o problema é dela.

Ele passou as mãos na calça jeans para enxugar o suor, respirando fundo na tentativa de se estabilizar. Me olhou de maneira constrangida ficando levemente ruborizado (ai que lindo!).

– Sua cor já está voltando. Está se sentindo melhor?

Ele balançou suavemente a cabeça, parecendo incerto em me dizer alguma coisa.

– Posso te pedir um favor?

Eu já sabia o que ele ia dizer. Minha mãe tem razão quando diz que eles são previsíveis.

– Eu vou ficar envergonhado se alguém da faculdade souber que eu dei esse vexame no dentista. Posso contar com sua discrição?

Senti meu corpo inteiro gelar quando percebi que ele sabia que eu estudava na mesma faculdade que ele. Eu só via o Victor na hora do intervalo ou quando dava certo de esbarrar com ele (e mais um monte de amigos) pelo corredor.

– Eu não vou contar para ninguém.

Eu devo ter feito uma cara horrorosa, pois imediatamente ele se desculpou, parecendo preocupado de ser mal interpretado.

– Eu não quis dizer que você ia sair espalhando essa história…

– Não passou pela minha cabeça que você quis insinuar isso.

Dessa vez ele ficou realmente vermelho.

– Me desculpa, mas as vezes eu sou um completo imbecil! Não foi minha intenção ofendê-la… Você geralmente é uma pessoa tão discreta, que foi indelicadeza da minha parte te fazer um pedido desses.

Quem começou a ficar vermelha fui eu. Ele sabia que eu estudava na mesma faculdade que ele e agora disse que eu geralmente sou discreta? Ou eu era motivo de piada no grupo dele ou esse cara sabia da minha existência por outro motivo bem pior.

– Não me ofendeu, pode ficar sossegado.

Graças a Deus que o telefone tocou, pois aquela situação estava ficando estranha. Eu já não sabia o que responder para o Victor e a cada hora mais coisas idiotas passavam pela minha cabeça. Depois de marcar a Sra. Rafaela para sexta-feira, peguei a ficha dele para olhar. Pelo valor cobrado, teríamos o Victor por várias semanas.

Ele aproximou-se do balcão, visivelmente constrangido. Me passou o talão de cheques, pedindo para que eu preenchesse o valor em quatro vezes, assim como estava assinalado na ficha. Todo o tempo eu senti que ele ficou me observando e fiquei feliz por ter feito as unhas um dia antes.

Quando entreguei o talão para ele conferir e assinar, Victor ficou me olhando.

– Tem certeza que não está chateada comigo?

– Esquece essa bobagem. É compreensivo que você fique constrangido de alguém saber, afinal deve ter amigos que adorariam te chatear com uma história dessas. Que dia fica melhor para você?

– Como?

– Para sua próxima consulta.

– Segunda ou quinta-feira, sempre no ultimo horário. Assim dá para sair daqui e ir direto para a faculdade.

Vi que ele estava ajeitando a mochila nas costas, então muito provavelmente ele ia de ônibus. Seria estranho eu oferecer carona ou mais estranho se eu não oferecesse?

– Você é o ultimo paciente do dia. Daqui eu também vou para a faculdade e se puder esperar uns quinze minutos, eu poderia te dar carona… – senti meu tom de voz diminuindo.

– Vai ser muito bom ir com você.

– Reconheço que não dirijo muito bem, mas não deve ser pior do que enfrentar a cadeira do Dr. Samuel.

– Acabei de perceber que não sei seu nome.

Eu fechei o envelope com os cheques para entregar para o dentista e dei meu sorriso mais formoso (quer dizer, pelo menos eu tentei fazer isso) e respondi:

– Meu nome é Laura. – juro que se ele viesse com aquela brincadeirinha: “Laura? Igual a Lady Laura do Roberto Carlos?” isso ia quebrar o clima. Vamos ser sinceros, que clima?

– É um prazer imenso te conhecer, Laura.

Foi aí que minhas pernas bambearam, pois o sorriso desse cara era ma-ra-vi-lho-so! Devia ser proibido ser tão bonito! Fui pisando em ovos até a sala do Dr. Samuel para lhe entregar o envelope e avisar que já estava me arrumando para ir embora.

Esqueci completamente de murchar a barriga, mas agora já era tarde. Fui ao banheiro, escovei os dentes, os cabelos, passei perfume, retoquei a maquiagem e coloquei a jaqueta que minha mãe me deu de aniversário. Graças a Deus, ela fechava.

Quando olhei no espelho percebi que meu cabelo tinha que ser retocado na raiz há semanas. Da altura que esse cara era, tinha visto isso há décadas! Eu não sei se era melhor prender ou soltar, mas com o frio que devia estar lá fora era melhor soltar.

O Victor me olhou estranho quando eu voltei para a sala. Eu devo ter exagerado em alguma coisa e tenho certeza que não foi no perfume. Esperamos um pouquinho até o Dr. Samuel sair para que eu pudesse fechar a porta.

– Seu dia é sempre assim, Laura?

– Assim como?

– Sai do serviço e vai para a faculdade?

– Isso. Mas eu tenho as manhãs livres. Na parte da manhã fica a Selminha, das sete até o meio-dia e eu fico do meio-dia as seis.

– Você acaba trabalhando mais.

– Minha recompensa é que ela trabalha no sábado.

Quando entramos no meu golzinho velho, foi um alívio. O vento estava tão gelado lá fora que parecia cortar a pele. Senti raiva por ter esquecido meu gorro de lã. O Victor teve que empurrar o banco  todo para trás para poder ficar confortável, pois suas pernas  eram muito compridas. Ele colocou o cinto de segurança e abraçou a mochila de couro, enquanto eu ainda brigava com o meu.

– Tem certeza que sabe dirigir?

– Não. – respondi rindo.

Liguei o carro e deixei ele esquentando um pouco. Quem tem carro a álcool sabe que isso é um processo necessário durante o frio.

– Que curso você está fazendo, Victor?

– Terceiro de jornalismo e você?

– Primeiro de administração.

Eu senti que o assunto estava acabando. Me deu um pânico interior como se o mundo fosse desabar! Acabei puxando assunto sobre a menina que foi morta a uns dois dias atrás e que não parava de passar na televisão. Sei que foi meio mórbido, mas foi melhor do que ficar falando sem parar da minha vidinha chata ou ficar fazendo perguntas pessoais pro cara lindo da faculdade.

Tenho certeza que ele me achou esquisita, mas não podia deixar o silêncio impiedoso pairar no ar. Estacionei na rua lateral da faculdade, no mesmo lugar de costume, onde tinha o tiozinho que olhava meu carro por vinte reais por mês.

Victor me acompanhou andando vagarosamente pela calçada. Fez menção de parar na esquina e eu imaginei que era ali que íamos nos separar, provavelmente ele não ia querer ser visto entrando comigo na faculdade, afinal ele tinha um monte de amigos por lá.

– Acabamos chegando um pouco cedo. De vez entrar, não quer tomar um café comigo ali na lanchonete?

Ele me convidou para tomar um café?! Aquela lanchonete estava cheia de gente e ele estava me convidando para um café?! Talvez salvá-lo de ir de ônibus para a faculdade valesse o sacrifício de ser visto comigo.

– Café?

***

Em breve, mais um pedacinho…

Espero que você tenha gostado!


O Príncípe Gato

Bento de LucaNo próximo dia 25, ninguém vai me ver no Facebook, no blog, twitter ou em qualquer outro lugar de costume. Tenho um evento marcado, que estou esperando ansiosa. Sério, não é marketing, politicagem ou coisa do gênero.

Conheci Bento de Luca na internet e adorei esses meninos. Explico. Bento de Luca é o pseudônimo de Marcelo e Gustavo, dois escritores fantásticos. No ultimo post mencionei eles, mas agora é de maneira especial, pois tem a capa do livro, sinopse e a divulgação do lançamento.

 Sinopse

Através de um Buraco de Minhoca — túnel dimensional que interliga dois mundos — localizado no Parque do Trianon, São Paulo, surge um viajante felino movido por uma única e importantíssima missão: a busca por uma lendária ampulheta. Escondida em algum local inóspito da cidade, a relíquia é a única capaz de salvar Marshmallow, terra do Príncipe Gato, que está à beira da destruição. No entanto, parece que ele não foi o único a atravessar o portal. Seres malignos irromperam das barreiras e logo declararam uma caçada voraz, com objetivos mais sombrios…

Além de seus perseguidores, o Gato luta contra seu maior inimigo: o Tempo. É preciso encontrar este objeto antes que seja tarde e seu mundo esteja para sempre perdido. Contudo, ele não estará sozinho nesta empreitada e poderá contar com a ajuda de seus fiéis companheiros.

Fascinante, angustiante e até mesmo engraçada, a história retrata os mistérios jamais desvendados da cidade paulistana, com um toque de magia e esperança.

Bento de Luca


Poesias

Tenho uma categoria de links que eu coloquei como “Agradável Surpresa”, onde coloco listado os blogs de escritores, pseudo escritores e afins (como eu).

Só que agora fui acolhida por um grupo no Facebook chamado Blogues de Escritores, que foi meu amigo Bento de Luca, autor do livro O Principe Gato,  que me apresentou.

Bem, acontece que me deparei com pessoas maravilhosas e encontrei blogs muito bons  sobre poesia. Não quero fazer distinção entre romancistas e poetas, mas quero presentear esses meus novos amigos com um cantinho especial, singelo, mas especial.

“Amanheceu o Pensamento” é a minha nova categoria de links. Espero que gostem.


Adoráveis Escritores!

Não sei se todo escritor é louco.

Outro dia li que não devemos escrever o livro pelo primeiro capítulo! Acho que pode funcionar.

Quando começo um novo projeto, abro tantos arquivos com pedacinhos da história que ficam rodando em minha cabeça… que no final, nem uso tudo! Mas meu processo criativo não tem nada de normal mesmo!

Uma frase, uma música ou uma cena no metrô, tudo é motivo para criar uma história e começar a ser perseguida por ela. Durmo pensando, acordo pensando, trabalho sofrendo para não pensar… Até que posso sentar na frente do computador e dar vazão para tudo aquilo que estava dando reviravoltas na minha cabeça.

Fico chata e deprimida se não posso escrever.

No começo (eu tinha 12, 13 anos) escrevia em uma máquina Olivetti portátil (nossa!!). A maior dificuldade foi conseguir mudar para o computador, pois o barulho das teclas, somada com o “timm” que fazia quando estava terminando o espaço do papel, era quase um vício.

Hoje escuto música enquanto escrevo, mas morro se tenho que atender o celular ou a porta. Meus amigo e familiares já acostumaram com essas minhas fases, onde eu praticamente sumo! Loucura? Também acho, mas funciono assim…

Quantas madrugadas eu passei em companhia de meus personagens? Só me arrastava para cama por  não conseguir ficar com os olhos abertos… Meu marido nunca reclamou, mas minha consciência as vezes pesa quando entro nesse estado de “escrever”.

Um Pedido

Tenho um primo homossexual (se existem outros, estão dentro do armário) e sou apaixonada por ele e por seu namorado. Queria muito dar um presente à eles e um dia disse que ia escrever um romance gay.

Falamos a respeito (rimos muito nesse dia) e eu perguntei o que eles gostariam de ler, o que esperavam em um livro que abordasse esse tema.

- Sexo, tem que ter. Só que nada de falar de preconceito ou aids, pois o tema é cansativo.

“Amor Verdadeiro” é o título provisório do meu primeiro livro gay. Gosto de chamá-lo de yaoi, pois é um estilo de mangá/anime que eu curto (recomendo o site Yaoi Project BR,  meu favorito, dentre outros maravilhosos).

Provavelmente esse será o próximo título que vou trabalhar, pois o livro ficou lindo! Digno de ser chamado de “presente” para as pessoas que amo. Espero que gostem.


O Reino de Mira (M. R. Lins)

Não consigo ver a existência do meu blog como única e exclusivamente para a divulgação do meu trabalho.

Tem tanta coisa boa que eu eu estou achando em outros blogs com o nixo parecido com o do meu, que não posso deixar passar em branco.  Coloquei um banner que achei muito interessante por vários aspectos.

Se puderem, dão uma olha nesse blog e, em especial nessa campanha: O Reino de Mira, de M. R. Lins. O garoto tem 16 anos e o trabalho que ele está começando a desenvolver promete!

 


Minha Cinderela Interior – Capa

Tenho muitas histórias na cabeça, mas capa de livro? Isso é uma coisa que eu realmente não saberia fazer sozinha…

Não estou falando da parte prática, como usar o programa certo, com as medidas certas e coisas parecidas com isso. Só que não levo jeito para designer…

“Minha Cinderela Interior” é um livro com cara de fofo, mas complicado com o desenrolar da trama. Não queria alguma coisa com cara de: “meninas de quinze anos deveriam ler…” pois acho que meninas de quinze anos não deveriam ler.

A princípio imaginei algo como uma silhueta e um desenho de uma princesa destacando dentro (infantil?). A ultima tentativa, seguindo mais ou menos essa ideia, ficou com cara de livro de auto ajuda…

Claro que não tenho nada contra livros de auto ajuda, mas se a maioria das pessoas alugam filmes só olhando pela capa, imagina um livro? No final, quando eu tiver mais algumas coisas em mente, vou abrir para discussão. Olha, quem sabe uma votação?

Estou aberta a sugestões, pois vai que tem alguém com boas ideias, mas sem oportunidade de mostrá-las…


Agradecimentos

As pessoas não fazem ideia do que é ler um comentário em um post. Em todos os lugares que vou, tento deixar pelo menos um tímido “oi!”, pois essa é a certeza que quem escreveu tem de que foi realmente lido(a)…

Agradeço aos amigos, tanto aos antigos quanto aos novos, por esses comentários que estou recebendo. Pessoal, é demais ler o que vocês escrevem para mim!! Obrigada pelo apoio!

 


Projetos II

Não acho elegante falar de outros projetos, mas tenho tanta coisa que gostaria de compartilhar com vocês…

No momento, estou me aventurando em um tipo de história que não é muito bem o campo que estou acostumada. Na realidade, nem falei o tipo de coisas que estou acostumada a escrever, então não vale.

Minha Cinderela Interior não foi meu primeiro livro, mas elegi a Laura para dar os primeiros passos por considerá-la simpática, amável e sensível. Por ser escrita em primeira pessoa, parece que fiquei mais próxima de uma conversa informal, entre amigas. Só que dependendo do que você quer expor, fica complicado escrever assim.

Costumo dizer que a Laura foi um livro de “desestress”. Eu estava apanhando com uma história épica, com todo o contexto na cabeça, mas não conseguia colocar no papel. Empaquei! Mesmo. Apesar de saber qual era o rumo, não conseguia fazer as coisas acontecerem!

Parei tudo e escrevi Minha Cinderela Interior. Assim, leve, para relaxar e curtir um romance gostoso. Só que algumas história ganham vontade própria e Laura se mostrou diferente do que eu tinha imaginado a princípio.

Tudo bem. Ficou ótimo!

Fazendo a revisão ortográfica (primeira parte), percebi que gosto mesmo desse livro. Fiquei uns dias saudosista e sofrendo de paixonite, mas valeu a pena.


Minha Cinderela Interior – Sinopse

Laura tem problemas como qualquer garota da sua idade. Aos dezenove anos, não tem certeza se é adulta ou adolescente e como deve se portar nos  “dois mundos”.

Costuma não dar muito crédito a sua voz interior, que insiste em lhe dizer que é bonita, desejável e que tem tanta chance de namorar um garoto interessante como qualquer outra a sua volta. Grita, para sí mesma um: “Acorda Cinderela!” ao menor sinal de estar dando ouvido a esse seu lado mais sonhador.

Preocupada por estar acima do peso ideal, pode não se dar conta que garotos também tem problemas e que as vezes deixa coisas boas irem embora por puro medo de dar ouvidos a sua Cinderela interior.

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