Livros gays, Histórias Homoeróticas, Homo-afetivas, Boy’s Love ou Yaoi

Novaki

Junjou Romantica - Anime

Todos esses são termos para designar quando o assunto é romance entre pessoas do mesmo sexo, no caso, homens. Sim, quando se trata de mulheres, os dois últimos termos mudam.

O primeiro livro que lancei contém cenas picantes, narradas em primeira pessoa. A maioria disse que gostou, que estão bem empregadas no contexto e que não são vulgares. Claro que era isso que eu almejava quando ousei escrever sobre sexo de forma mais tranquila, mas querer e conseguir são coisas distintas.

Todos sabem que Minha Cinderela Interior, apesar de ser o primeiro livro que lancei, nem de perto foi o primeiro livro que escrevi. Ele é uma história mais curta, denso emocionalmente, mas de leitura leve. Um romance hétero, que aborda diversos temas complicados, mas com uma pitada de bom humor. Fiquei satisfeita com o resultado.

Passeio por gêneros completamente diferentes, e estou aprendendo a separar as coisas de forma tão incisiva, que até eu mesma acabo assustando. Escrevi algumas coisas no campo homo-afetivo e sinto que meus romances estão amadurecendo nessa área.

Há algum tempo, imaginei que seria difícil eu assinar determinados romances sem ser com um pseudônimo, pois tinha medo do preconceito que poderia sofrer, mas isso nunca foi em relação as minhas histórias gays. Olhando para trás, chego achar isso engraçado. Hoje, quero que meus leitores saibam que escrevo sobre tudo, de literatura fantástica a homo-afetiva, e para isso acontecer, estou desenvolvendo um projeto com um site que eu amo.

2013 promete!


Romance Erótico

Minha Cínderela Interior não é um livro juvenil. Sei que o nome pode passar essa impressão, mas esse livro trata de Literatura Erótica e antes de editar será colocado na capa uma referencia a esse detalhe.

Detesto deixar para minha imaginação completar as cenas mais quentes de um livro quando o capítulo finaliza com: “… e tiveram uma linda noite de amor” ou coisa parecida. Então deixei o pudor de lado e coloquei  no papel a história completa.

Espero que gostem do estilo e, quando chegar a hora, que tenham uma excelente leitura.

 

 


Incesto

Primeiramente, vou explicar a palavra em si, já que não é todo mundo que sabe o significado: Incesto é a relação sexual ou marital entre parentes próximos ou alguma forma de restrição sexual dentro de determinada sociedade. É um tabu em quase todas as culturas humanas, sendo por isso considerado um tabu universal. (Wikipédia)

Não posso negar que adoro escrever sobre assuntos polêmicos e um dos meus romances refere-se a este tabu. Tentei abordar o tema de uma forma leve, descrevendo o despertar de uma adolescente quando começou a vivenciar seu primeiro amor.

Samanta é uma personagem forte, porém imatura e inconsequente. Sua idade lhe permite desejar mesmo aquilo que é proibido, tomando determinadas atitudes em relação ao irmão mais velho que estão longe da normalidade.

Rafael, por ser seis anos mais velho, sempre teve a ideia que deveria proteger e cuidar dela, mas percebeu que mimá-la poderia ser perigoso, já que Samanta insistia em não entender que esse amor era impossível de se realizar.

Paixão, amor, capricho ou simplesmente insensatez? Como classificar e julgar sentimentos sem conhecer toda uma história? Incesto é um livro que aborda um tema complexo, sem deixar de ser verdadeiro, envolvente e surpreendente!


Livros

Por onde começar? Pelo começo? O problema é achar onde foi o começo…

Histórinha bonitinha: Comecei a escrever meus romances com uns onze,  doze  anos e… um eu queimei e os outros foram literalmente para o lixo! Nossa, como eu escrevia mal!

Não me arrependo, pois se alguém fosse ler aquilo, eu ficaria envergonhada! Claro que para uma criança estava bom, vovó empolgada pelo fato de eu gostar de escrever, mas quando fiquei mais velha e li aquilo, logo imaginei: “Familia não é um bom termômetro para indicar se alguém tem talento”.

Não foi exatamente isso que eu imaginei, mas deve ter passado perto.

Reinício

Não sei bem quando comecei a levar a coisa a sério, mas foi depois de perceber que eu me divertia muito com aquilo. Eu não sou escritora e não vivo sem meu editor de textos, pois tem um monte de coisas que eu escrevo errado, mas mesmo assim eu adoro colocar minhas ideias no papel.

Já tenho alguma coisa pronta para poder começar a engatinhar, porém ainda tenho algumas dúvidas de qual romance começar a trabalhar no blog.

Uma pequena prévia

Escrevo romances. Só que tenho que contar um segredo antes que alguém se aventure em embarcar em uma de minhas histórias.

Sabe quando chega a hora de finalmente o casal se acertar e ter a sua primeira noite de amor? Odeio quando estou lendo alguma coisa e o capítulo termina, deixando para minha imaginação completar esse momento.

Meus romances são carinhosamente chamados de  eróticos por que gosto de descrever esses momentos. Me preocupo com o conteúdo, com o enredo, com a carga sentimental da história, mas sem um tempero não tem graça.

Espero que a maioria também pense assim.

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