Retrospectiva 2012 – Blog Graziella Mafraly

Feliz Aniversário Atrasado!!
Um ano de Blog!!

 

O ano passa voando mesmo! Não estou falando isso porque já é Dezembro e eu estou preocupada com o final do ano batendo à porta. Na verdade, eu estou abismada porque meu blog completou 1 ano de vida em 12 de Outubro e eu nem vi!!

Fiz aniversário e não percebi?!! Credo!

Fazendo as contas foram 104 publicações no ano, uma média de 2 post por semana. Pouco, já que percebi que Agosto e Outubro foram os meses que menos escrevi! Não é a toa que perdi o aniversário do meu blog…

Posso falar sobre problemas pessoais que levaram-me a não conseguir nem chegar perto do computador, ou falar do livro que estou escrevendo no momento, mas fazendo um balanço, ainda é pouco. Por outro lado é muito!

Quando comecei não imaginei que em 1 ano eu teria mais de 5.000 visitantes! Quem está acostumado a gerenciar um blog pode dizer que esse número é uma migalha perto do fluxo que muitos blogs fazem diariamente, mas para alguém que começou sem entender quase nada de computadores e Internet, estou satisfeita com o número de visitantes.

Se em 2013 eu levar meu blog com mais afinco e não deixar determinados problemas pessoais intervirem, posso dobrar esse número. Ainda é pouco? Talvez, mas para qual realidade?

Minha trajetória muito louca…

27 de Outubro de 2011 – Registro na Biblioteca Nacional do meu primeiro livro (foto com cara de boba!). Depois de tantos anos escrevendo e guardando papel na gaveta, dei o primeiro passo. O registro saiu só em 29 de Dezembro, mas foi como se tudo estivesse desenrolando para minha jornada começar no ano que estava entrando!

Postei o primeiro capítulo de Minha Cinderela Interior, fiz contato com inúmeros blogs para divulgação, mas até então meu livro estava em PDF e poucas pessoas deram-me a oportunidade de fazer a resenha do meu bebê.

01 de Fevereiro de 2012 – Saiu a capa do livro (com muito pitaco meu). Sei que muitas pessoas não gostaram dela, mas pareceu perfeita naquele momento! Certo, tenho que mudar e desapegar, mas o carinho pela capa ainda é um empecilho para eu conseguir fazer isso. Um livro não deve ser julgado pela capa, mas ela é o primeiro atrativo para o leitor dar a chance de, ao menos, ler a sinopse!

27 de Março – A Primeira Resenha!! Minha madrinha Valerie Ortega do blog Brilho da Estrelas foi maravilhosa comigo. Foi a primeira pessoa que aceitou minha proposta de resenhar pelo PDF e eu ainda estou devendo um exemplar do meu livro… vou pagar minha dívida em breve.

29 de Abril, lançamento oficial do livro pela Editora PerSe. Continuem comprando!!

Depois do lançamento fui presenteada por mais duas resenhas, a da dinda Pollyanna do blog Momentos de Leitura e da dinda Verônica Sobreira do blog Tribo do Livro. Inclusive, foi a Verônica que organizou o primeiro Book-Tour do meu livro e assim Minha Cinderela Interior foi agraciada com vária resenhas.

Depois dessa correria recomecei a escrever e o blog ficou meio de lado, mas 2013 está chegando e eu já planejei coisas para esse novo ano, assim, espero que 2013 seja maravilhoso para todos nós.


Era para ser “Cristácia”

Dia das Crianças a gente não pode deixar passar em branco!

Mesmo com quase (leia bem o “quase”) quarenta anos, hoje ganhei chocolate de Dia das Crianças! Achei tão fofo! Bem, entrando no assunto sobre feriado  sobre o dia de hoje, acabou surgindo um assunto bobo, da época que eu realmente era criança.

As más linguas dizem que eu sou praticamente o “Elo Perdido” já que lembro de filmes, seriados, desenhos e músicas que ninguém da minha geração nunca viu… Mas eu juro que fui criança um dia.

Voltando a minha história. Fui registrada em cartório quando tinha seis anos de idade. Não perguntem porque meus pais demoraram tanto, só sei que eu já estava em vias de entrar para a escola e ainda não tinha registro. Lembro como fosse hoje, a moça do cartório perguntando meu nome. “Graziella com Z e dois L”. Naquela época eu devia achar que esse era meu nome completo, pois lembro dessa história de “Z e dois L” desde os primórdios da minha existência.

A moça perguntou se eu queria esse nome mesmo, foi então que veio o problema. Já que ela tinha tocado na questão, eu queria muito trocar meu nome para “Cristácia”.

- Por que o nome “Cristácia”?

Pergunta mais boba… – Por causa da menininha do Gulliver! – A resposta saiu tão simples, como se fosse óbvio.

Depois disso eu fui convencida por minha mãe que todo mundo já estava acostumado com o nome “Graziella” e que era melhor ficar assim mesmo.

Para quem conheceu o desenho As Aventuras de Gulliver e para quem não conheceu:

 


Graziella Mafraly

Às vezes os problemas pessoais nos tiram do chão e é isso que está acontecendo comigo ultimamente. Gostaria de pedir desculpas ao pessoal que visita meu blog, mas estou nesse momento de vida que nada funciona. A saúde do meu pai anda periclitante e quem anda quase morrendo sou eu.

Correndo de uma depressão que insiste em perseguir-me há anos e refugiando-me no mundo da fantasia (que significa: “escrevendo para sair da sintonia maléfica”) eu ando aos trancos e barrancos. Vamos ser otimistas, os problemas acabaram levando 14 quilos embora! Não é nada para comemorar, pois quando um gordinho perde esse peso, o máximo que as pessoas pensam é: “Nossa, tem alguma coisa diferente em você, mas ainda não sei o que é.”

Isso, definitivamente, não é uma continuação de Minha Cinderela Interior, pode acreditar. Entrando nesse assunto, algumas pessoas já perguntaram se a personagem Laura tem haver comigo. Tive uma adolescência rechonchuda, uma vida adulta rechonchuda e provavelmente (se tudo der certo) terei uma velhice rechonchuda. Algumas pessoas estão gordas e outras são gordas, a diferença é gritante.

Voltando à Laura, claro que tive experiência pessoais para montar a personagem, mas tenho amigas gordinhas, minha irmã gordinha (que emprestou as mãos para a capa do livro) e as reclamações são muito parecidas, então nasceu a Laura.

Certa vez comentei que Minha Cinderela Interior é um livro de “desestresse” e é verdade. Tinha acabado de escrever um livro denso (Guardião – As alianças Místicas) e precisava descansar a cabeça. Foi nesse momento que eu quis escrever um romance erótico, em primeira pessoa (que não é meu estilo) e curtinho. Foi divertido escrever sobre a Laura, mas juro que chorei para escrever a cena que ela pega o ônibus…

Bem, quem sabe eu aproveite essa fase para escrever outro livro divertido? Deixei a administração do blog da Duo AF, pedi férias da Gangue do Livro Homo (Perdão Kiko!!) e estou tentando colocar a casa (cabeça desvairada) em ordem. Detesto deixar as coisas pela metade, mas se eu continuasse apertando esse parafuso… Por esse motivo eu estou um pouquinho sumida.

Pelo menos eu sou otimista. Escorrego, quando caio – primeiro dou risada – e levanto. Certo, posso até sair meio “manquitola”, batendo a sujeira da roupa, mas não vou ficar ali chorando, esperando alguém estender a mão para ajudar. Afinal, o orgulho leonino é terrível…

 


Livros

Por onde começar? Pelo começo? O problema é achar onde foi o começo…

Histórinha bonitinha: Comecei a escrever meus romances com uns onze,  doze  anos e… um eu queimei e os outros foram literalmente para o lixo! Nossa, como eu escrevia mal!

Não me arrependo, pois se alguém fosse ler aquilo, eu ficaria envergonhada! Claro que para uma criança estava bom, vovó empolgada pelo fato de eu gostar de escrever, mas quando fiquei mais velha e li aquilo, logo imaginei: “Familia não é um bom termômetro para indicar se alguém tem talento”.

Não foi exatamente isso que eu imaginei, mas deve ter passado perto.

Reinício

Não sei bem quando comecei a levar a coisa a sério, mas foi depois de perceber que eu me divertia muito com aquilo. Eu não sou escritora e não vivo sem meu editor de textos, pois tem um monte de coisas que eu escrevo errado, mas mesmo assim eu adoro colocar minhas ideias no papel.

Já tenho alguma coisa pronta para poder começar a engatinhar, porém ainda tenho algumas dúvidas de qual romance começar a trabalhar no blog.

Uma pequena prévia

Escrevo romances. Só que tenho que contar um segredo antes que alguém se aventure em embarcar em uma de minhas histórias.

Sabe quando chega a hora de finalmente o casal se acertar e ter a sua primeira noite de amor? Odeio quando estou lendo alguma coisa e o capítulo termina, deixando para minha imaginação completar esse momento.

Meus romances são carinhosamente chamados de  eróticos por que gosto de descrever esses momentos. Me preocupo com o conteúdo, com o enredo, com a carga sentimental da história, mas sem um tempero não tem graça.

Espero que a maioria também pense assim.


O que você está fazendo?

As vezes meu telefone toca e eu não tenho vontade de atender…

Quando estou escrevendo e a cena está viva em minha cabeça, a única coisa que quero é colocar tudo aquilo no papel, quer dizer, no editor de texto. Daí o telefone toca!!

Nesse momento imagine a musiquinha do filme “Psicose” tocando de fundo…

Um Maluco Genial!

- Alô.

- O que você está fazendo?

- Escrevendo…

O efeito que isso produz? Nenhum! Seria a mesma coisa que responder: “Nada”

As pessoas “normais” muitas vezes não entendem que escritores, pintores, compositores, programadores e outros “malucos” de plantão vivem de inspirações.

Na maioria das vezes temos um curto espaço de tempo para poder fazer o que realmente gostamos e o mundo a nossa volta parece não entender. Então ganhamos o apelido carinhoso de excêntrico (na melhor das hipóteses) e até ficamos felizes com isso! Quando se é louco, ninguém estranha nossas loucuras. Isso ajuda.

A todos os malucos, sonhadores, excêntricos, artistas e doidos varridos, um grande abraço. Tenham paciência com as pessoas “normais”, pois elas não entendem.

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