Voltando para casa

Voltando para Casa

O ano de 2013, para mim, voou. Terminei mais um livro esses dias atrás e confesso que estou exausta!

A história vai precisar de revisão, ajustes, mas no momento ela parece perfeita. Acho que é assim com todo escritor. A história cria vida em nossas cabeças, passamos ela para o “papel” e depois de algumas semanas quando você vai reler, quer mudar tudo! Tudo não dá, mas acabamos mudando varias coisas.

Pena que precisamos “desacoplar” do enredo antes de partir para essa nova fase. Acreditem, a sensação de trabalho terminado e sua ideia tomando forma em sua frente é espetácular (mas dá um trabalho…).

Acabei percebendo que minha vida on-line estava inexistente. Nem e-mail eu quase não li… Passei três dias para conseguir olhar tudo e separar o que é importante, mas “se chorei ou se sorri, o importante é que emoções eu vivi…” (eu ia colocar: “…é que um livro eu escrevi”, mas achei brega demais!).

Aos meus amigos e grupos virtuais, peço desculpas pela sumida, mas foi por uma boa causa. Em relação a imagem, é que estou voltando para meu querido blog…


Livros gays, Histórias Homoeróticas, Homo-afetivas, Boy’s Love ou Yaoi

Novaki

Junjou Romantica - Anime

Todos esses são termos para designar quando o assunto é romance entre pessoas do mesmo sexo, no caso, homens. Sim, quando se trata de mulheres, os dois últimos termos mudam.

O primeiro livro que lancei contém cenas picantes, narradas em primeira pessoa. A maioria disse que gostou, que estão bem empregadas no contexto e que não são vulgares. Claro que era isso que eu almejava quando ousei escrever sobre sexo de forma mais tranquila, mas querer e conseguir são coisas distintas.

Todos sabem que Minha Cinderela Interior, apesar de ser o primeiro livro que lancei, nem de perto foi o primeiro livro que escrevi. Ele é uma história mais curta, denso emocionalmente, mas de leitura leve. Um romance hétero, que aborda diversos temas complicados, mas com uma pitada de bom humor. Fiquei satisfeita com o resultado.

Passeio por gêneros completamente diferentes, e estou aprendendo a separar as coisas de forma tão incisiva, que até eu mesma acabo assustando. Escrevi algumas coisas no campo homo-afetivo e sinto que meus romances estão amadurecendo nessa área.

Há algum tempo, imaginei que seria difícil eu assinar determinados romances sem ser com um pseudônimo, pois tinha medo do preconceito que poderia sofrer, mas isso nunca foi em relação as minhas histórias gays. Olhando para trás, chego achar isso engraçado. Hoje, quero que meus leitores saibam que escrevo sobre tudo, de literatura fantástica a homo-afetiva, e para isso acontecer, estou desenvolvendo um projeto com um site que eu amo.

2013 promete!

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